Uma reflexão sobre o uso da inteligência artificial como ferramenta criativa e o risco de terceirizar justamente a parte do processo que nos devolve agência, presença e autoria.
A infância ainda sabe criar
Uma reflexão sobre como a infância preserva uma relação mais livre com a criação, a brincadeira e a imaginação, e sobre o que os adultos podem recuperar dessa forma de estar no mundo.
O retorno das atividades manuais
Uma reflexão sobre por que cozinhar, plantar, bordar, consertar ou construir podem nos devolver presença, corpo e participação em uma vida cada vez mais abstrata.
O prazer de ser ruim em alguma coisa
Uma reflexão sobre a liberdade de voltar a ser iniciante e por que a vida criativa depende menos de talento e mais da coragem de fazer algo mal antes de fazer melhor.
O cérebro gosta de deixar rastros
Uma reflexão sobre por que criar algo concreto, mesmo pequeno e imperfeito, pode nos devolver presença, memória e a sensação de participar da construção dos próprios dias.
Quando a criatividade virou entretenimento
Uma reflexão sobre como o entretenimento passou a ocupar o espaço da criação e por que uma vida cheia de conteúdo pode, ainda assim, parecer pobre em experiência própria.
Quando deixamos os hobbies para trás
Uma reflexão sobre por que tantos adultos abandonam seus hobbies e como a vida adulta transformou prazer, curiosidade e criação em cobrança por desempenho.
Nascemos para criar
Uma reflexão sobre por que criar, mesmo sem talento, sem obrigação e sem finalidade produtiva, pode ser uma das formas mais esquecidas de bem-estar
